Que tipo de família nos tornamos?


Segunda-feira depois de ir ao mercado comprar algumas coisas, eu e meu esposo fomos a uma pizzaria, estávamos conversando e escolhendo os sabores das pizzas que iriamos pedir para serem feitas, pois neste dia especialmente fazem promoção de rodizio o que atrai muitas pessoas, quando entrou um casal com duas meninas de aproximadamente 10 e 12 anos, e sentaram-se na mesa bem ao nosso lado.
Pediram refrigerantes e uma pizza, pois o marido disse que o rodizio para eles não seria interessante, mesmo que não quisesse prestar atenção, acabei percebendo que a mulher estava bem triste, em compensação o marido e as duas meninas imediatamente tiraram os celulares do bolso da calça e começaram a utilizar.
Eu e meu marido começamos a comer e a falar de alguns lugares que gostaríamos de conhecer futuramente, e eles ali do lado calados, enfim a pizza deles chegou, o garçom serviu, e nada de pararem.
A coitada da mulher ainda experimentou um pedacinho da pizza, mas de repente ela levantou-se da cadeira, bateu a mão na mesa o que fez claro com que todos olhassem em sua direção e gritou:
-Isso é passeio? Vocês não percebem que só ficam com essas porcarias na mão e nem nos falamos? Que tipo de família nos tornamos?
Pegou sua bolsa e saiu correndo chorando, o garçom veio rapidamente a mesa e disse se queriam que a pizza fosse embrulhada, o homem disse que não, tirou uma certa quantia da carteira jogou na mesa, pegou as meninas e saiu atrás da esposa, ainda por cima dizendo que elas eram culpadas de chatear a mãe.
Fiquei tão chocada que quase não consegui comer mais, afinal de contas essa é a família do futuro?
Se na pizzaria eles nem se olhavam imagina em casa como deve ser? Cada um em seu computador ou televisão, trancados em seus quartos isolados?
Onde estamos errando e o que estamos fazendo com nossas famílias e vidas?
Esses momentos juntos que deveriam ser especiais estão sendo trocados por maquinas, a todo momento vejo pessoas com celulares nas mãos, principalmente quando veem alguém e não querem perder tempo para conversar. Estamos virando reféns da tecnologia e nos perdendo, espero fielmente que no futuro alguém se lembre do que é sentar-se a mesa com entes queridos, ter uma boa conversa, perguntar como a pessoa está e ser feliz.
Está é a família que estou construindo e você?
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40 comentários:

  1. Complicado amiga, tenho visto muito cenas parecidas, onde todossssss estão no celular qdo deveriam estar se divertindo, temos nos policiado qto a isso, as vezes rola de postar alguma coisa qdo estamos passeando, mas é coisa rápida, não deixo as meninas ficarem no celular qdo estamos passeando e nos finais de semana não estou mais acessando a net como antes, tenho dado prioridade a casa e a familia! Acho que é o caminho, mas que é complicado sem duvida é! Bjoooosss

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  2. Infelizmente, a tecnologia, internet, mídia... todas essas coisas têm tomado o lugar de pais e educadores das crianças. Os jovens são cada vez mais independentes e isso tem começado cada vez mais cedo. Meu filho vai fazer 10 ainda, e eu acho cedo dar a ele esse tipo de tecnologia sem assistência, por exemplo: Depois de muita insistência deixei ele criar um perfil no facebook, mas eu controlo quem ele pode aceitar, quando pode usar e claro... eu tenho a senha. Essas foram as condições e ele aceitou numa boa, sem protestar, afinal... ele ainda não tem malícia, só quer publicar as fotos do time dele e tirar onda com os amiguinhos.

    Mas ao mesmo tempo, eu vejo crianças da mesma idade que o Kadu se comportando como adolescentes, fazendo coisas de adolescentes e os pais não estão vendo porque estão ocupados demais, às vezes estão na internet também, ou até sabem, mas acham bonitinho... Eu acho preocupante. Me preocupa não só a formação do caráter dessa criança quanto os danos que isso pode causar à família e à sociedade.

    Vale a pena fazer como vc, Patrícia. Fazer a sua parte e investir na família agora para não chorar no futuro.

    Bjus

    palavrasdevalquiria.blogspot.com.br

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  3. Patrícia:
    Celular virou extensão dos braços e das mãos.
    Difícil ver um adolescente que não esteja usando o celular para se manter conectado com os amigos.
    É uma triste realidade.
    Por isso que eu detesto celular, ao invés de aproximar as pessoas, o mal uso dele se tornou motivo de afastamento e desunião.
    Boa semana.
    Bjs.:
    Sil

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  4. Olá Patrícia, muito triste mesmo constatar que está acontecendo isso com muitas famílias!
    Lamento isso, a minha família é unida e temos horário para tudo, almoço juntos, conversas e risos gostosos, tanto que é mesmo por isso que sempre escrevo algo bom e positivo, alegria de viver em tempos modernos!
    Mas tudo depende da boa educação dada pelos pais, os filhos aprendem sim, portanto...
    Abraços.

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  5. Estamos llegando a unos extremos de absoluta Tontería, acabando con el diálogo y el calor de una conversación; sustituyéndola por una cosa tan fría como un aparato y por una voz distante.
    La verdad es que es triste.
    Abrazos y besos.

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  6. Patrícia,
    infelizmente é essa a realidade de muitas famílias e o pior que tem muitos casais que vivem por aparência.
    As vezes essa mulher possa estar com depressão pois uma pessoa normal não faria isso.

    Beijinhos, ótima semana!

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  7. Isso é triste, mas infelizmente é o que mais vemos nos restaurantes .. Pena!! Diálogo? Jamais! Faz falta e fará depois...beijos,chica

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  8. Oi Patricia!
    Texto brilhante.
    Muitas famílias não tem conseguido absorver e lidar com as novas tecnologias,e por isso tem enfrentado dificuldades...
    Valorizar as pequenas coisas em família,é necessário.
    Palavras e gestos carinhosos,infelizmente estão entrando em extinção.
    Se não nos policiarmos,corremos o risco de nos tornarmos,cada dia mais individualistas e distantes.
    Bjs :)

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  9. Oi Patrícia
    Muito bom o texto, para se refletir!
    Bjos.
    http://ashistoriasdeumabipolar.blogspot.com.br/

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  10. OI Pathu! Agora imagine você dentro de uma sala de aula, com quarenta filhos dos outros, tipo essas meninas, e todos querendo manipular celulares. Isso é um simples aglomerado, não é família. Mais adiante, esses pais se perguntarão: Onde erramos? Aí já será tarde e assim caminha a desumanidade!

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  11. oi `Patricia pior e que isso e o que mais está acontecendo bjs Rosinha

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  12. Infelizmente valores se tem perdido. Particularmente não chamo shopping de passeio, só há vitrines exibindo cifras. Geralmente arrasto os meus para outros ambiente, mas como eles gostam vou ao shopping com eles. Assim equilibramos. Mas já é lei, nada de tecnologia na nossa mesa, celular só se for ligação. Essa família que você viu já está destruída e usam o virtual para preencher o vazio, e o marido se não for corno, falta pouco pra ser.

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  13. Uma situaçao bem difícil, já presenciei cenas como essas diversas vezes, é lamentável...

    Bjos

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  14. Ai, Patrícia, eu ando me policiando, pq já recebi mtas críticas.
    Consegui diminuir o tempo no computador, mas o tal do celular com acesso à internet é viciante.

    Mas eu me esforço, pq eles merecem a minha atenção.

    Um bjo, adorei o texto.

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  15. Querida amiga

    O pior é que cenas
    assim se tornam comuns
    a cada dia,
    e crianças nascidas
    nestes tempos,
    no futuro acharão tudo normal.

    Acorda a alegria em ti,
    como quem acorda uma criança muito amada...

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  16. Olá Patricia.
    Nossa que situação, mas é mesmo assim que esta acontecendo, vemos isso o tempo todo, talvez seja porque o pai fala em alemão e a mãe em mandarim, tipo uma torre de babel, quando ha falta de dialogo entre um casal os filhos vão no mesmo caminho.
    Uma linda semana. Beijos.

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  17. Patrícia, a tecnologia trouxe muitos benefícios e até nos aproximou de amigos antigos, mas ao mesmo tempo nos deixou ainda mais solitários. Essa história contada por vc é mais comum do que se imagina... Também espero que isso mude. Beijos!

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  18. Olá Patrícia. Boa noite / dia.
    Percebo que vemos a virtualidade de modo semelhante.
    Eu afirmo constantemente que a vida real deve ser sempre nossa prioridade e este episódio que você presenciou, vem de certo modo, a confirmar isto.
    Por vezes, nos criticam quando assumimos a postura de alertamos acerca do quanto pessoas trocam a realidade pela virtualidade e somos mal interpretados.
    Não vejo como crítica, apenas uma opinião de quem presencia constantemente este tipo de situação e repara o quanto muitos estão deixando de viver de verdade.
    Dizem que quando surgiu a televisão era a mesma conversa, eu discordo.
    A televisão pode nos distrair por um tempo, mas não se compara à web, onde podemos selecionar o que queremos ver (para muitos já se tornou a substituta da televisão) e o principal, a interação. Interagir nos prende muito.
    Percebi isto com o msn. Eu tive que cortá-lo quando parei para ler o meu histórico e analisei o quanto havia digitado, em grande maioria, em conversas banais. A quantidade de palavras digitadas daria capítulos de um livro, eu estava perdendo um tempo que poderia estar fazendo algo produtivo.
    Hoje creio que uso a internet de modo normal, não deixo de lado a companhia presencial por mais interessante que isto aqui possa estar. E constantemente estou me policiando, mesmo quando acesso por celular. Faço geralmente quando estou sozinho.
    E isto não acontece somente em família, acontece com amigos, namoro...
    Nascemos com a tecnologia em mãos, contudo, minha opinião é que deve haver equilíbrio entre estes mundos paralelos.
    Boa semana.

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  19. Bom dia Patricia, ainda bem que etre nós não fazemos isso, somos uma família que quando se reúne é pra bater papo e rir muito.
    Mas tbém vejo sempre essas coisas por ai, acho chato e toda família vai se afastando cada vez mais.
    Ai os pais perguntam quando tem erro.......
    Onde foi que errei.....
    Adorei vc abordar esse tema, bom para refletir
    Bjuss de terça feira
    Rita!!!!!

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  20. Patrícia, eu li e fiquei pensando... não nessa situação, mas na situação de muitas famílias.
    Qdo era criança, jovem, também era assim. Ninguém conversava com ninguém. E não tinha tecnologia nenhuma. E qdo conversávamos, era briga, discussões... isso me dava tanta gastura... e parece que uma coisa puxa a outra. Me casei e depois com meu ex, acontecia a mesma coisa. Saíamos e ele nunca se contentava em estar somente comigo. Sempre tinha que ter alguém de "fora", junto. Eu reclamava com ele, dizendo isso, mas não adiantava. Enfim, o casamento acabou.
    Mas qdo tive meus filhos, uma coisa que nunca deixei de fazer com eles é conversar. Sentar à mesa, conversar, ouvir, rir, enfim, uma família como deve ser.
    Acho que nem sempre é a tecnologia que estraga, mas talvez a falta de um bem estar em querer ficar perto e conversar, apenas por conversar. Acho que não fosse a tecnologia, seriam outros motivos.
    É um exercício diário que devemos ter e exercer. Se existe algo mais interessante do que conversar com quem se vive junto, é porque algo está muito errado.

    Beijos

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  21. Oi Patricia...

    Nao pense que aqui em Portugal nao acontece isso...é bem mais comum que se imagina...
    Em minha casa o computador é usado com moderaçao eu uso para responder a mail e fazer os comentarios do blog.. meus filhos usam para jogar e so no sabado a tarde, o rezto dos dias vao connosco para o quintal correr atras das cabrinhas, das galinhas, vendo os patos se banhando no lago... comem terra e p pao com as maos sujas... rebolam na erva l... esfolam os joelhos e os braços caindo das bicicletas e correm livres... quando saimos em familia conversamos e estamos juntos sao tao poucos os momentos que ja temos jumtos que quando acontecem aproveitamos ao maximo... mas inflizmente isso acontece cada vez menos e para calar a falta de tempo familiar se compram as crianças dando tudo como compensaçao para o que nps escapa... eu no lugar dela teria feito o mesmo... ou quem sabe faria um escandalo mesmo...


    Beijocas

    Margarida

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  22. Gosto de ler e ver esse tipo de matéria, pois precisamos mesmo de divulgar e disseminar artigos que fala do conjunto familiar hoje em dia.
    Tens muita razão essas suas referencias.
    Tomara que seja lido e divulgado por muitos dos seus leitores. eu já fiz a minha parte, compartilhando o link.
    Abraço

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  23. Patricia, lendo o seu post fiquei pensando em tudo isso.
    Está tão frequente, nas familias, nas rodas de amigos.
    As pessoas ao invés de interagirem com quem está ao seu lado, fica ou na internet ou trocando sms, onde vamos parar com isso...
    que tipo de relação teremos no futuro, se o presente já está desse jeito.
    Ótimo post, um alerta onde todos precisam pensar que ficará cada vez pior e o conceito de familia e amigos vai se perder.
    Beijinhos

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  24. Ah, esqueci de dizer que tem 2 sorteios no blog, se quiser é só se inscrever
    www.anaclaudianacozinha.com
    beijinhos

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  25. Patricia, esta é a era tecnológica e cá pra nós a tendência é piorar. Quantas pessoas estão sozinhas, estando agrupadas, por causa das dependências virtuais.

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  26. Esta cena, infelizmente, não está sendo mais tão rara. Domingo mesmo eu e meu marido estávamos almoçando em um shopping em BH e ao lado eu vi duas meninas (pareciam irmãs) grudadas no celular, não se olhavam, não se falavam, pareciam que nem estavam ali. É triste de ver.
    Temos que nos policiar e nos disciplinar para não ficarmos assim. Falta muito hoje em dia as pessoas deixarem a tecnologia de lado e voltarem a ter aquele contato humano mesmo, sabe? Como você falou, sentar-se à mesa, ter uma boa conversa e mais, se interessar verdadeiramente pelo outro. Nada substitui o contato pessoal. Nada.

    Abraços. Fabiana.

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  27. Oi Patrícia querida, infelizmente esse é o exemplo da família de hj.

    Amiga, obrigada pelo carinho.

    Bjsssssssss.

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  28. Querida amiga
    Depois de muito silencio, eu vim me fazer presente, trazendo a certeza que me recordo de você com carinho e amizade.
    Sinto muita saudade de não vir aqui mais vezes, mas fiquei presa no caminho, tentando resolver algumas coisas pendentes.
    Pedras aparecem pelo caminho, e delas precisamos fazer renascer lindas flores, para que nossa vida se torne um lindo jardim.
    Abraço amigo.
    Maria Alice

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  29. Oi Patricia!Grande texto e vem á tona um problema da vida de hoje nas familias.Espero que essa familia consiga conversar!Bjs,

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  30. Paty,

    Penso que está faltando mais interesse dentro de casa para construção de uma familia mais segura e feliz.

    Beijos

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  31. De fato, Patrícia,
    o bom senso no uso da tecnologia está em falta e precisa ser readquirido urgentemente por todos e todas que se deixam dominar pelo isolamento virtual.
    Na família, nas reuniões de amigos, onde hajam pessoas reunidas tem de prevalecer a conversa, a troca salutar das interações humanas.
    Uma linda semana aí.
    Bjos,
    Calu

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  32. É verdade patrícia...as famílias se perderam de si mesmas...ou melhor, as pessoas não sabem mais como se reencontrar! Solidão no meio da multidão! Até quando? Linda reflexão, triste realidade! Um abraço...

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  33. A minha, é bem diferente dessa da triste cena. Ontem mesmo, como ocorre duas a três vezes por mês, encontrei com minhas duas irmãs,fora de casa, para "jogar conversas fora". Estávamos todas as três com seus celulares, na bolsa, com o único objetivo de atender alguma chamada ou ligar para casa, no final do lanche. Fico impressionada, como a máquina substituiu as conversas em família, os diálogos tão necessários. Tudo leva a crer, que a tendência é cada vez mais ocorrer cenas como a que você relatou. Lamentavelmente!

    Um beijo, Patrícia

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  34. Oi Paty
    Nossa hoje estava comentando isso com o Tiago meu filho maus velho. Esqueci o celular em casa e como saio mais cedo para levar eles no colégio. Voltei para casa para pegar meu celular e disse a ele
    - Poxa antigamente celular nem existia, não tínhamos essa preocupação tão urgente em estar com o celular, com a internet.
    Outro dia a gvt ficou fora e meu filho quase teve um surto de nervoso.
    É preocupante.
    mas acredito que com pequenos gestos a gente dribla esse gigante.
    Gostei do post.
    Bjs
    Debby :)

    ResponderExcluir
  35. Há muito tempo as famílias vêm se formando sem objetivos comuns, como se formassem por formar, porque é dito que tem que formar uma família ao longo dos tempo. A mudanças da sociedade. A procura incessante por ganhar um lugar ao SOL. Mulheres precisando trabalhar fora, filhos sendo criados por terceiros, quartos e quintos...
    Tecnologia, individualismo exacerbado e por aí vai.
    Eu não tenho filhos, mas amo minha família de dois que tem tempo para tudo... Amor aqui não falta... Os sobrinhos vieram e preencheram o coração de alegrias... a mãe e o pai... assim vou, dando laços em fitas de cetim em minha família...
    Abraços. O texto é belo!

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  36. Oi amiga.. é assim mesmo.
    O mundo está meio louco.. casa um em seu mundo.. e ninguém mais se fala..
    Existem famílias que mesmo morando na mesma casa mal sabem da vida um dos outros.. como estão, eu falo isso porque conheço uma família assim, que as pessoas moram em seus quartos, e só saem para pegar a comida na cozinha.. eu acho isso super triste..

    Temos que prestar muita atenção no que estamos nos transformando..

    Um beijo minha linda.. e uma noite linda viu?

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  37. "Estamos virando reféns da tecnologia e nos perdendo." É isso mesmo, o que acontece. Acredito que a família do futuro, será como essa da pizzaria. A tendência é a tecnologia nos dominar.
    E confesso, que muitas vezes, já aconteceu isso comigo, em que estava manuseando o celular e não tive consciência do que estava perdendo em relação à minha família.
    É complicado nos livrar. As vezes parece inevitável não ter contato tecnológico, todos os dias.
    Bom, de qualquer forma, adorei o texto e tentarei refletir mais e resgatar os momentos perdidos.
    Beijos, Patrícia!

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  38. Fiquei triste demais com esta situação, ver aquela mulher sair correndo da pizzaria sem rumo desesperada me deu um nó na garganta, e o marido e o as filhas o tempo todo com aquela porcaria de celular na mão, cuidado amigos esses momentos podem não voltar mais.....

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  39. Sabe Patricia que muito tempo atras aconteceu quase parecido comigo.
    Mas foi com o rapaz que namorava na época.
    Nos sentamos na mesa do restaurante e fiquei de frente para a tv e ele reclamou dizendo que assim eu não iria prestar atenção ao nosso jantar, que não prestaria atenção no que ele iria falar. Fiquei meio constrangida, mas entendi e vi mesmo que sem querer ia ficar no meu mundo mesmo estando com ele.
    Ainda temos tempo de salvar as nossas familias.

    Beijos querida!

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  40. Realmente Paty tambem estava analisando isso ontem, quando estava no aeroporto aguardando o embarque, tinha um jovem casal que aparentemente estava em lua de mel e cada um com seu celular,o tempo todo nem olhavam para a cara um do outro, como sobreviverá um casamento desse? muito triste ...

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