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As novidades e o que continua no blog em 2013


Algumas das ideias que tive para serem postadas no blog em 2012 irão continuar este ano devido ao grande números de e-mails que recebi, são eles:

-Blogagem Coletiva
Mensalmente um tema é escolhido e vários blogs postam sobre o assunto com sua visão e criatividade, nossa primeira blogagem de 2013 será dia 9 de janeiro com o tema Pena de morte sim ou não?

-Cliquei e eternizei
- Blogueiros e seguidores enviam fotos que foram marcantes seja de uma viagem, festa ou um encontro. Caso desejar participar envie a imagem e uma breve descrição para o e-mail:

-Milagres acontecem
- Quem nunca vivenciou o sobrenatural de Deus? Mesmo nos dias de hoje em que tudo parece perdido, Deus opera maravilhas na vida de muitas pessoas, conte-nos e ajude quem estiver fraco na fé a ser fortalecido.

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As novidades são:

-Historia de amor
-Quem não tem uma historia de amor para contar? Seja a que viveu ou de alguém que conhece.
Envie-nos seu e-mail com fotos se desejar e teremos o maior prazer em divulgar.

-Li, gostei e indico
-Todo blog que tiver alguma postagem que de alguma forma me chamou atenção terá o link divulgado aqui neste espaço, toda semana vou destacar o melhor na minha opinião, seja poema, conto, reflexão, receita e etc...assim outros amigos terão a chance de conhecer o excelente trabalho que muitos fazem e nem sempre tem a chance de divulgar.

"Quem sou e o que penso"
Blogueiros respondem a varias perguntas sobre cotidiano, politica, comportamento e etc...

Para participar envie um e-mail para
[email protected]


Para participar é simples basta acompanhar os posts e claro enviarem os e-mails com as historias.

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A cura de Jose Sobrinho (2° Relato- Milagres Acontecem)

Testemunho narrado por Jose Sobrinho, morador da cidade de Matão hoje com 75 anos.

Desde que me conheço por gente sofria de dores de cabeça, quando criança meus pais sem conhecimento coitados chegavam até me dar uns tapas quando dizia que não queria ir a escola por causa das dores. Já adulto foi em vários médicos, fiz tratamentos alternativos, tomei chás, o que me diziam que era bom para enxaqueca lá estava eu tentando. Isso atrapalhava demais minha vida tanto em casa com a família  como no trabalho pois tinha dias que não suportava ficar perto de ninguém muito menos falar pois até o som da minha voz aumentava a dor. Era de duas a três crises por semana, não aguentava mais ir parar em PS para tomar injeções ou remédios mais forte com soro na veia. Mas a pior coisa foi o dia do casamento da minha filha, estava com uma crise de mais de 12 horas, já tinha tomado remédios  ido ao pronto socorro mas nada melhorava, quando fui entrar com ela na igreja no meio do caminho desmaiei de dor, foi triste uma correria, tive que ser socorrido, depois fizemos a entrada novamente, mas imaginam nestas alturas tudo já tinha ficado marcado. Pensei até em tirar a minha vida durante a crise seguinte só não o fiz porque sei que o suicídio não iria me ajudar, mas ai é outro assunto. Resumindo, dois meses após o casamento da minha filha fui pescar, mal cheguei a beira do rio e a dor começou, já ia arrumar minhas coisas e voltar para casa pois sabia que seria impossível dirigir com a dor no ápice, quando um senhor chegou perto de mim e nem sei como, pois era um pesqueiro particular e não tinha por onde ele entrar.
Fiquei meio assustado pois pensei se tratar de um andarilho, ele me cumprimentou e disse se não podia pescar comigo, fiquei sem ação é engraçado, pois voltei arrumei tudo de novo, dei meu molinete a ele e começamos a conversar.
Depois de um certo tempo contei sobre minha dores e todo meu sofrimento, ele me olhou bem no fundo dos meus olhos sorriu e me ofereceu um folha, parecia um ramo de hortelã e disse para mascar. Não me perguntem como nem porque, peguei o ramo, masquei, depois de uns 30 segundo ele disse jogue fora e obedeci. Ele puxou com o pé e misturou ali mesmo em um monte de terra. Me pediu um copo de água e disse que tinha que ir embora, perguntei seu nome e como tinha entrado ali e porque me mandou mascar aquelas folhinhas e se eram hortelã? Virou-se para mim, é incrível até hoje não consigo esquecer aqueles olhos gentis, sorriu e respondeu que tinha entrado pela portaria, que sim eram folhas de hortelã e que a partir daquele momento nunca mais teria enxaqueca pois Deus tinha ouvido minhas suplicas.  Na hora foi tão esquisito era como se não estava sendo real, fui até a casa buscar água pois perto de mim no isopor só tinha latas de refrigerantes, da beira do barranco onde estava pescando até a casa são uns 15 metros, levei uns dois minutos até chegar lá pegar um copo de água do filtro e voltar, mas cadê o homem?
Fui até a portão olhei para a estrada e nada, não poderia ter ido pro rancho ao lado pois o muro era alto, fiquei com medo, arrumei minha tralha e voltei para casa, contei tudo a minha esposa que disse que eu tinha sonhado. Isso foi dia 1 de março de 1983, nunca mais tive enxaqueca, quando me aposentei comprei o pesqueiro do meu cunhado e onde estava sentado e os ramos da hortelã foram misturados com a terra, até hoje por 1 metro e 20 centímetros sem termos  que fazer nada nunca mais faltou hortelã, fiz um cercadinho e muitas vezes levei para pessoas que sofriam dessa enfermidade alguns disseram que as dores foram aliviadas outros que não, mas comigo aconteceu este fato e sou grato a Deus por isso.
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A cura de Basílio Sperchi (1° Relato- Milagres Acontecem)

Este fato foi narrado por Aurora Sperchi esposa do Sr. Basílio Sperchi

Em maio de 1965 um dia normal de trabalho o Sr Basílio Sperchi estava arando a terra do sitio em que residia com a família, ao terminar o serviço e saltar da maquina imediatamente sentiu uma terrível dor de cabeça e sua vista ficou totalmente embaçada, socorrido por pessoas próximas foi levado até sua casa e mandaram chamar o médico da cidade para vir examinar. Depois de certo tempo o médico chegou e imediatamente fez alguns exames que cabiam ali naquele momento e sua preocupação foi notória dizendo que estava desconfiado que o paciente tinha um tumor, mas que deveria ser encaminhado para a cidade grande mais próxima. Seu Basílio residia no detrito de Pedra Branca, pertencente a cidade de Boa Esperança do Sul. Seu encaminhamento foi par a cidade de São Carlos, e lá não foi diferente ao fazer exames mais elaborados foi diagnosticado um tumor que com certeza o levaria a óbito se não fosse feito uma cirurgia, na cidade infelizmente não tinham essa estrutura e ele foi encaminhado para São Paulo.
Depois de 4 dias do ocorrido já paciente do Hospital Modelo que tratavam de pacientes com câncer naquela época , e mais uma bateria de exames, os médicos disseram que não tinha outro jeito iriam fazer a cirurgia para a retirada do tumor, mas a família teve que assinar um termo de autorização, visto que se operando ou não o paciente poderia morrer a qualquer momento. Cirurgia marcada, família desesperada e já combinando entre os cunhados quem iria ser responsável em ajudar Dona Aurora uma vez que tinha 5 filhos, sendo 3 ainda menores de idade. No dia seguinte ligaram para o hospital para saber se a cirurgia já tinha começado e se poderiam ir para lá aguardar o termino, foi quando a noticia que ninguém imaginava foi dita com muito entusiasmo pela atendente, não fizeram nada pois os exames que antecederam a cirurgia que iria ser realizada na manhã tinha dado negativo para o tumor, ele simplesmente havia desaparecido.
Ao chegar ao hospital Dona Aurora imediatamente foi ver seu esposo que relatou o que havia acontecido na noite anterior, contou que por volta das 20:00 horas um enfermeiro veio lhe dar uma injeção, passado um tempo um homem vestido de branco entrou no quarto, chegando bem perto passou a mão por cima de sua cabeça e desceu até o pé, olhou para ele deu um sorriso e saiu, sem compreender muito disse ter sentido o alivio das dores imediatamente e que quando o levaram de manhã para fazer os exames antes de entrar na sala de cirurgia não haviam encontrado mais nada. Este fato causou um reboliço no hospital na época o medico da equipe disse ao casal que verdadeiramente haviam recebido um milagre, quatro dias depois seu Basílio teve alta, mas sua visão ainda não tinha sido recuperada, por motivo de exames que ainda teria que se submeter permaneceu em São Paulo na casa de parentes por mais três meses, um dia sua irmã disse que em um lugar bem próximo a onde estavam tinha uma mina que diziam que a água era milagrosa e se ele não queria ir lá experimentar, sua esposa o acompanhou, ao chegarem ao local que estava sendo destruindo pois ali iria ser construído casas e ruas novas, conseguiram chegar próximo a mina, ao lavar os olhos sua visão voltou mediatamente. Quem pode explicar o que aconteceu? Assim como ficou cego voltou a enxergar, o Sr. Basílio e Dona Aurora eram pessoas de fé e creem fielmente que Deus o curou. 
Hoje Dona Aurora viúva lembra com emoção quando seu esposo olhou para ela e disse:
-Aurora estou vendo você, estou vendo tudo por aqui.
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